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  • Eureka! Parabéns!

    Eureka! Parabéns!

    Oi, pessoas! Aqui estou novamente. Andei um tanto sumida ultimamente, por isso, a coluna desta semana sai um pouquinho atrasada. Sorry!

    Para quem não sabe, domingo é meu aniversário. (Sim, parabéns pra mim!) Desde que o mundo é mundo, não se pode fazer aniversário sem uma comemoraçãozinha.

    Eureka! Parabéns!

    É como cometer o pecado mortal de ficar em casa no réveillon ou passar o carnaval sozinho. Por isso, dediquei os últimos 10 dias a analisar o que eu poderia fazer para não deixar a data passar em branco. Entre orçamentos e pesquisas, concluí que fazer aniversário é muito bom, se você for rico. Porque, se for pobre, amigo... Já era. É muito melhor pedir pra sua mãe bater um bolo e acender uma vela de 7 dias.

    Por falar em velas e bolos, você sabe da onde vem essa tradição de comemorar o aniversário com esses dois elementos? Dizem que este é um costume dos antigos romanos. No dia do aniversário, as pessoas tinham que fazer uma oferenda pro seu anjo da guarda, espírito protetor, gênio inspirador do nascimento ou qualquer entidade que o valha. Então, o bolo e as velas eram feitos pra ele, e não pro aniversariante.

    De hoje em diante, vou preparar meus bolos de aniversário com muito mais carinho pra ver se meu anjinho da guarda colabora comigo e me traz uns presentinhos legais! Isso se eu soubesse fazer bolo de aniversário...

    Bom, fico por aqui pedindo sua sugestão de tema pras próximas colunas e implorando por uma sugestão de lugar pra comemorar meu aniversário. De que adianta morar na capital dos butecos se nenhum faz reserva de mesa?

    Enfim, boa semana pra todo mundo e parabéns pra mim!

    Bjos!

    P.s.: entre em contato pra saber o endereço para o envio de presentes! hehehehehe

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    Eureka! Indolor

    Eureka! Indolor

    Olá, pessoal. Como estão? De minha parte, digo que estou banguela, porém, feliz. Banguela porque sofri uma extração dos sisos na quarta-feira passada, e feliz porque já extraí os quatro e, portanto, não vou precisar sofrer isso nunca mais!

    Eureka! Indolor

    Durante os dias em que fiquei em casa convalescendo do estupro bucal que sofri, fiquei pensando como era a vida dos nossos antepassados que não contavam com os benefícios da boa e velha anestesia. Coitados.

    Dizem que, há uns 3 mil anos, o ópio era usado como um tipo de anestésico. Mas assim é fácil: o cara usa ópio, fica doidão e nem sente nada que fazem com ele. Fiofó de quem usa ópio é igual de bêbado: não tem dono.

    Em 1844, o dentista Horace Wells assistia a uma espécie de palestra e percebeu que as pessoas, sob efeito de um gás hilariante, não sentiam dor quando tropeçavam nas cadeiras do teatro. Pelo contrário, o povo devia estar rachando de rir. Então, Wells teve a brilhante ideia de usar esse gás em seus pacientes. Aí temos duas versões da história. A primeira: Wells foi fazer uma extração em um voluntário, para demonstrar seu método, só que a quantidade do gás foi insuficiente. Resultado: o coitado berrou de dor e Wells ficou para sempre com fama de charlatão. A segunda: tudo ia às mil maravilhas, até que um dos pobres pacientes-cobaia morreu na cadeira do dentista. Wells foi condenado à prisão.

    Eureka! Indolor
    Wells


    Em 1846, o também dentista Thomas Green Morton utilizou, pela primeira vez, o éter como anestésico em uma cirurgia de grande porte. Ele já vinha fazendo extrações dentárias utilizando o método, conseguindo fazer o procedimento sem que os pacientes sentissem dor. Esta foi a primeira experiência concreta de anestesia geral e a cirurgia foi considerada um sucesso. Daí pra frente as coisas só fizeram evoluir. Hoje (graças aos céus), já temos anestesias poderosas que permitem fazer desde cirurgias superficiais até as mais complexas, sem dor alguma. Na hora, porque a dor pós-operatória já é outro papo.

    Eureka! Indolor


    Se você quer saber mais sobre a invenção da anestesia, clique aqui e aqui.

    Então a gente fica assim: enquanto eu começo a comer coisas sólidas novamente, você deixa sua sugestão de tema nos comentários e me segue no Twitter (@nataliasgv)! Semana que vem eu volto!

    Beijos!

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    Eureka! Made in China

    Eureka! Made in China

    Dia desses fui a uma dessas lojinhas de R$ 1,99 e fiquei observando. A maioria absoluta dos produtos vendidos ali é made in China. Outra coisa que observei foi que a maioria absoluta dos produtos vendidos ali é inútil. Então, será que os chineses só inventam coisas inúteis? A coluna Eureka! de hoje te mostra que não!

    Eureka! Made in China

    Aqueles olhinhos puxados escondem cérebros verdadeiramente brilhantes. Você sabia que foram os chineses que inventaram a pólvora e o papel? Ok, provavelmente sabiam. Mas duvido que saibam que foram eles que inventaram o detector de mentiras, a bicicleta, a caneta, os óculos, o papel moeda, o compasso, o paraquedas, o álcool, o fósforo, o jogo de xadrez e muitas outras coisas que vão além da nossa vã filosofia.

    Eureka! Made in ChinaEureka! Made in China
    Eureka! Made in ChinaEureka! Made in China


    Tudo isso aí foi inventado na China antiga, lá nos idos de antes de Cristo. Desde então, esses objetos fazem parte das nossas vidas e a gente nem se dá conta de como seria se eles não tivessem sido inventados. Bom, no mínimo, você poderia mentir deslavadamente quando fosse acusado de algum crime, teria que assinar seus cheques com carvão, não conseguiria fazer círculos perfeitos (a menos que você fosse o professor Zé Renato), cairia de cara no chão se inventasse pular de algum avião e estaria tentando fazer fogo a partir de duas pedras até hoje. Já pensou nisso? Pois é, eu também não!

    Então, aproveite que a coluna Eureka! também é cultura e parabenize o próximo chinês que você encontrar pela rua! Agradeça a ele pelas invenções dos seus antepassados e diga que eu mandei "aquele abraço" por uma invenção em especial: os óculos.

    Eureka! Made in China


    Sem eles, eu não poderia dirigir e meu mundo seria muito mais embaçado!
    謝謝你,中國!

    Rá! Não entendeu? Joga no Google! =P

    Enquanto vocês se divertem tentando saber o que foi que eu escrevi aí, podem ir pensando em temas para as próximas semanas. Se precisarem de mim, estarei no Twitter (@nataliasgv). Até semana que vem!

    Beijos!

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    Eureka! O troco

    Eureka! O troco

    O ano novo chegou. É tempo de realizar tudo aquilo que você prometeu fazer quando estava bêbado, sujando sua camisa branca de suor e champanhe enquanto pulava as sete ondinhas e amarrava a fitinha do Senhor do Bonfim. Se você acha que Iemanjá e o pobre do santo vão realizar seus desejos em um passe de mágica, se enganou. Você também tem que correr atrás!

    Eureka! O troco


    Como eu estou com o espírito muito generoso nesse começo de ano, vou ajudar você, caro leitor, que exagerou na cerveja e no churrasco em 2009 e, agora, está querendo perder os quilinhos a mais: compre a camiseta da Mark & Spencer que achata a barriga!

    Eureka! O troco


    Essa foi a invenção mais revolucionária na moda masculina, eu diria, de todos os tempos. Agora, os homens também podem esconder suas imperfeições abdominais usando um método parecido com os espartilhos que as mulheres usavam/usam.

    É a hora da vingança, caro leitor! Se você sempre se gabava da sua peguete, dizendo que ela era perfeita e, na hora do “vamo vê”, descobria que ela não era tão esbelta assim sem roupa, você já pode dar o troco! Disfarce sua barriguinha usando essa camiseta e seja feliz!

    Coma seu churrasco, beba sua cerveja, exagere na sobremesa. Em 2010, seja livre! A tecnologia está do seu lado! Ah, só não esqueça que a camiseta diminui só uns 2,5 cm. Então, não vai pensando que ela faz milagre, porque não é bem assim!

    Bom, a primeira coluna Eureka! de 2010 fica por aqui. Aproveitem suas férias – se vocês tiverem – e exercitem a criatividade: deixem aí nos comentários suas sugestões de temas para a coluna das próximas semanas! Vejo vocês semana que vem, ou a qualquer hora do dia ou da noite, lá no Twitter (@nataliasgv)!

    Beijo!

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    Eureka! Vem, 2010!

    Eureka! Vem, 2010!

    Uma semana e muitos quilos depois, estou de volta! Espero que o Natal de vocês tenha sido ótimo!

    Esses dias entre o Natal e o Ano-novo estão muito corridos por aqui. Vou trabalhar até dia 31 e, ainda por cima, minha sinusite atacou. Por isso, não vou ficar com muitas delongas hoje. Deixo vocês com o quadro "Cilada" especial da virada do ano, que, entre outras coisas, fala sobre a origem dessa comemoração.

    Eureka! Vem, 2010!


    Adoro o quadro e gostava ainda mais do programa!



    Cuidado para não caírem em nenhuma presepada! Comecem o ano com o pé direito!

    Um 2010 de muitas realizações para vocês!

    Beijos e até ano que vem!

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    Eureka! Ho, ho ho!

    Eureka! Ho, ho ho!

    "Então, é Natal", cantaria Simone – que, ainda bem, só aparece nesta época do ano. Para mim, esta é uma época de comprar freneticamente, comer excessivamente e aturar os parentes chatos que não vemos o ano inteiro. Só que, como se sabe, o Natal é, na verdade, a celebração do nascimento de Jesus (para quem acredita nele).

    Eureka! Ho, ho ho!

    Bom, seja lá como for, o Natal tem vários símbolos tradicionais que adornam a decoração nas casas de praticamente todo mundo nesta época do ano. O mais tradicional deles é a árvore de Natal.

    Eureka! Ho, ho ho!

    Tudo indica que a tradição de montar as árvores começou em 1530, com Martinho Lutero. Enquanto caminhava pela floresta, ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve e emoldurados pelas estrelas no céu (que romântico!). Aí, quando chegou em casa, quis reproduzir tal cena e dividir com a família. Foi então que Martinho Lutero montou a primeira árvore de Natal da história.

    Os presépios, que representam o cenário do nascimento de Jesus, também são muito tradicionais nesta época. Eles sempre trazem uma manjedoura, alguns animaizinhos, os reis Magos, Maria e José, e, claro, o menino Jesus. Quem deu início à tradição de montar presépios foi São Francisco de Assis, no século XIII.

    Eureka! Ho, ho ho!

    Apesar de a comemoração ser em função do nascimento de Cristo, o personagem principal dessa festa é o Papai Noel. A figura desse ser rechonchudo é inspirada no bispo Nicolau, que costumava ajudar as pessoas pobres deixando saquinhos com moedas perto das chaminés das casas. Até o século XIX, Papai Noel era representado com roupas marrons ou verdes escuras. Cansado daquela mesmice, o cartunista alemão Thomas Nast criou a imagem que, hoje, todos temos do bom velhinho: roupas vermelhas e brancas.

    Eureka! Ho, ho ho!

    Além disso tudo, tem também as guirlandas nas portas, um monte de luzinhas piscando nas janelas, os bonecos de neve com nariz de cenoura (meus preferidos!) e muitos outros símbolos natalinos. Se você não decorou sua casa ainda, corre! Ainda dá tempo!

    Eureka! Ho, ho ho!

    Você pode saber mais sobre a história do Natal clicando aqui. Se quiser meu endereço para mandar o presente, é só pedir aí nos comentários! Aproveita e deixa sua sugestão de tema também!

    Eu fico por aqui, desejando a todos (inclusive a mim) um Feliz Natal, com muitos presentes e muito peru (rá!)! Brincadeiras à parte, tenham um Natal iluminado!

    Beijos e até mais ver!

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    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    Ano que vem é ano de Copa. Todo mundo já deve estar preparando a garganta para entoar o famoso "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor" a cada gol marcado, a cada drible no adversário e, principalmente, a cada vitória. Mas nem só de gols vive uma nação. Então, hoje, entoemos o canto em homenagem aos inventores brasileiros!

    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    Sabe aquele lacre de plástico que fica na placa do seu carro? Pois é, ele foi inventado há cerca de 40 anos por Eduardo Lima, em Paraíba do Sul/RJ. Quando o lacre é fechado, só poder ser aberto se for violado. Esta invenção substitui os lacres de chumbo, que agridem o meio ambiente, e pode ser encontrada em medidores de água, de energia, em ogivas nucleares e, claro, na placa do seu carro.

    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    Quantas horas? É possível que, para responder, você tenha apenas olhado para a tela do seu computador, ou para o seu celular. Porém, se você não tiver nada disso por perto, a solução é olhar as horas no bom e velho relógio de pulso. Este acessório foi idealizado por Santos Dummont, que precisava saber as horas com rapidez enquanto estava no ar e não podia perder tempo com o ritual de tirar o relógio do bolso, abrir a tampa e só então olhar as horas. Por isso, Dummont, que até amarrou um desses relógios de bolso no pulso com um lenço para tentar resolver o problema, pediu a seu amigo Louis Cartier para criar um modelo de relógio mais prático. Foi então que, em 1904, a pedido de Santos Dummont, Cartier criou o modelo Tank, com pulseira de couro, que foi batizado com o nome Santos e é vendido até hoje.

    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    A próxima invenção made in Brazil revolucionou a vida das donas de casa. O escorredor de arroz, inventado Therezinha Beatriz Alves de Andrade Zorowich, é 100% brasileiro e fez o maior sucesso quando foi apresentado na Feira de Utilidades Domésticas de 1962. Dona Therezinha vendeu os direitos do utensílio para uma fábrica de brinquedos, mas alguém aí duvida que ela tenha ganhado um bom dinheirinho com essa invenção? Eu não.

    Eureka! Brasil, qual é o seu negócio?

    Então, se você tem alguma ideia legal, se já pensou em algum objeto que seria muito útil, mas ninguém inventou até hoje, bote fé na sua invenção e tente produzir! Se uma bacia com furinhos conseguiu entrar em todas as casas do país, pense no sucesso que a sua invenção poderia ter!

    A coluna de hoje contou com informações do site Blogs de Ciência. Se quiser saber mais sobre outras invenções brasileiras, entra lá!

    Pois é, então, ficamos assim. Continue lendo os posts do Blog Idéias!, me seguindo no Twitter (@nataliasgv) e queimando fosfato para inventar alguma coisa útil e ficar milionário! Como eu não tenho muitas ideias revolucionárias, fico aqui com minhas apostas na Mega Sena da virada.

    Beijos e até semana que vem!

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    Eureka! R.I.P.

    Eureka! R.I.P.

    Sim, eu sei que estou atrasada! É que esse negócio de feriado na terça-feira tira a vida do eixo normal! Mas, como diz o ditado, antes tarde do que mais tarde ainda, vou deixar de lengalenga e ir direto ao assunto da coluna de hoje: inventores que morreram por causa de suas invenções!

    Eureka! R.I.P.

    Já falei aqui que deve ser muito legal inventar uma coisa que vai ser útil para todo mundo. Só que, às vezes, a teoria é muito mais fácil que a prática. Henry Winstanley é um exemplo. Arquiteto projetista de faróis de sinalização marítima, Winstanley queria porque queria testar a resistência de um de seus faróis. Aí, resolveu ficar lá dentro durante uma tempestade. Resultado: o farol desabou e levou junto Henry e mais cinco pessoas.

    Eureka! R.I.P.

    O próximo caso é mais famoso, porém, não menos imbecil. Franz Reichelt era um alfaiate austríaco que criou o revolucionário “casaco-paraquedas”. A ideia era que, com o casaco, o sujeito que pulasse de certa altura flutuasse até o chão, ou até mesmo voasse. Como eu disse, na teoria, tudo lindo. Aí Reichelt resolveu testar o próprio invento. Veja o vídeo abaixo e descubra o resultado:


    Viram o tanto que ele hesita antes de pular? hehe

    Bom, mas isso não é nada. Se você achou bizarro o acidente em que Felipe Massa tomou uma "molada" na cara durante uma corrida, imagine o que passou o piloto de corridas e engenheiro John Godfrey Parry-Thomas. Ele, muito inteligente, desenvolveu um carro com o propósito de bater o recorde de velocidade, que era de Malcom Campbell. O carro que ele inventou tinha um sistema de correntes expostas que levavam a força do motor até as rodas. Em 1926 John realizou seu desejo e elevou o recorde para 275 km/h. Porém, um ano depois, Malcom quebrou novamente a marca. Aí, John-John, não satisfeito, ao invés de cair de porrada em cima do tal do Malcom, resolveu vencê-lo novamente nas pistas. Ao tentar recuperar o título, uma das correntes do seu carro revolucionário se rompeu e voou diretamente em seu pescoço, praticamente decapitando o coitado.

    Eureka! R.I.P.

    Brincadeiras à parte, todos os falecidos aí de cima merecem o crédito por terem confiado no próprio taco a ponto de testar a própria invenção. Eu jamais testaria um casaco-paraquedas, muito menos um casaco-paraquedas criado por mim! Então, se forem inventar alguma coisa, escrevam pro Fantástico e peçam para que eles façam aqueles testes no Inmetro!

    Vou ficando por aqui. Prometo tentar não atrasar a coluna da próxima semana! Quem viver, verá!

    Até lá, fiquem com os posts do Blog Idéias! e me sigam no Twitter (@nataliasgv)! Se quiser deixar sua sugestão de tema aí nos comentários, a gente não acha ruim, não!

    Beijos!

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    Eureka! Vida longa aos lactobacilos!

    Eureka! Vida longa aos lactobacilos!

    Preciso dizer uma coisa: eu sou uma pessoa muito sensível. Não no sentido de ser uma manteiga derretida que chora assistindo "Arquivo Confidencial" no Faustão (apesar que pode acontecer...), mas no sentido físico da coisa. Vira e mexe tenho reviravoltas estomacais e meu intestino se rebela contra mim. Quando meu organismo resolve virar do avesso, não tomo remédios, ou coisa do tipo. Vou à padaria mais próxima e compro o magnífico, o incomparável, o venerável Yakult.

    Eureka! Vida longa aos lactobacilos!


    Eureka! Vida longa aos lactobacilos!

    Essa invenção dos deuses é do nosso bom e velho Dr. Minoru Shirota. Nascido no Japão, Dr. Shirota dedicou boa parte de sua vida a pesquisas relacionadas à microbiologia do sistema gastrointestinal. Lá pelos idos de 1925, o índice de mortalidade infantil por infecções intestinais no Japão era muito grande, por isso, nosso doutor favorito começou a estudar microorganismos intestinais de forma a usá-los na medicina preventiva, e não tratando os sintomas, como era costume na época.

    Eureka! Vida longa aos lactobacilos!

    Em 1930, Shirota obteve o título de doutor depois de concluir com sucesso o fortalecimento de microorganismos benéficos e selecionar os mais resistentes, batizados de Lactobacillus casei Shirota.

    Eureka! Vida longa aos lactobacilos![Observação: "Os Lactobacillus casei Shirota são microrganismos selecionados, capazes de atravessar a acidez do estômago, chegarem vivos aos intestinos e proporcionarem o equilíbrio das funções intestinais através da produção do ácido láctico."]

    Cinco anos depois, Dr. Shirota começou a fabricação e a distribuição do Leite Fermentado Yakult na cidade de Fukuoka. Daí pra frente, só sucesso: fundação do Instituto de Pesquisas Yakult em Tóquio (1940); inauguração do o Instituto Central de Pesquisas em Microbiologia da Yakult na cidade de Kunitachi (1967); inauguração da fábrica da Yakult em São Bernardo do Campo, a primeira da empresa fora da Ásia (1968).

    Dr. Shirota morreu em 1982, mas deixou para nós um legado incomparável. Sua invenção, além de deliciosa (quem nunca desejou uma garrafa de 2 litros de Yakult que atire a primeira pedra!), faz bem à saúde e me socorre nos meus momentos de desespero intestinal.

    Ah, você que ainda está se perguntando por que diabos não existe um frasco maior de Yakult, aí vai a resposta:

    "Porque o Leite Fermentado Yakult não é como refrigerante ou suco, consumidos para saciar a sede. A finalidade do Leite Fermentado Yakult é, além de nutrir, por ser um produto à base de leite desnatado, fornecer lactobacilos probióticos selecionados (os exclusivos Lactobacillus casei Shirota) a fim de ajudar a fortalecer e a manter o equilíbrio a boa saúde intestinal."

    Sacou?

    A coluna Eureka! de hoje contou com informações do site Yakult. Lá você encontra mais detalhes sobre a produção da bebida, entre outras coisas.

    Eu vou ficando por aqui, bebendo meus Yakults matinais e rezando para que meu organismo volte ao normal. Já você pode continuar lendo os posts do Blog Idéias! e me seguir no Twitter (@nataliasgv)!

    Bjos!

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    Eureka! Carro com partida a bafo

    Eureka! Carro com partida a bafo

    Verão, Natal, Ano novo... Está chegando a época de comemorar com a família, com os amigos, de sair para o happy hour e tomar aquele chopinho gelado. É, mas, em tempos de Lei Seca, fica difícil sair pra beber e voltar pra casa dirigindo, né?

    Por isso, nada melhor que um carro que barra motoristas bêbados.

    Eureka! Bundinha de neném

    Se você acha que isso é impossível e que é, no mínimo, coisa de filme, é porque ainda não conhece o dispositivo criado pela Toyota, em parceria com a empresa Hino, que mede o teor alcoólico do hálito do motorista e pode bloquear a partida do automóvel caso o motô esteja embriagado.

    Eureka! Carro com partida a bafo

    O bafômetro instalado no carro é conectado ao motor de partida e envia as informações a um computador de bordo, impedindo que o veículo seja ligado caso o motorista não passe no teste. Todo esse procedimento leva cerca de 5 segundos!

    Como eu morro de medo de andar com motoristas bêbados (e, por isso, abuso das caronas do Sá!), achei essa invenção o máximo. Se todos os carros saíssem da fábrica com este dispositivo, com certeza o número de acidentes seria bem menor.

    Então, juízo nos finais de tarde e nos finais de semana. Ao invés de saírem bêbados pelas ruas e estradas, fiquem em casa bebendo uma cervejinha e lendo os posts do Blog Idéias! e as bobagens que eu escrevo lá no Twitter (@nataliasgv)!

    Beijo e até semana que vem!

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    Eureka! Bundinha de neném

    Eureka! Bundinha de neném

    Nós, mulheres, estamos sempre reclamando das nossas sessões masoquistas de depilação. Aí, vêm os amigos, namorados e primos chatos falando que quem sofre são eles por terem que se barbear com muito mais frequência. Eu sou suspeita pra falar porque curto uma barbinha por fazer, mas, cá entre nós, ter que raspar o rosto quase que diariamente deve ser realmente um saco. Então, em homenagem a vocês, homens-bundinha-de-neném, o assunto da coluna Eureka! de hoje é o barbeador descartável: a famosa Gillette!

    Eureka! Bundinha de neném

    King Camp Gillette era um cara que sonhava em ficar rico, apesar de fazer questão de expor os males do capitalismo (vai entender...). Para ele, a chave para o sucesso financeiro era inventar alguma coisa que as pessoas tivessem que comprar sempre. Aí, numa manhã de 1895, Gillette resolveu se barbear usando a tradicional navalha, que tinha que ser afiada depois de cada uso. Achando aquilo um saco, ele pensou "nossa, podia existir uma navalha descartável". E foi assim que ele inventou a famosa Gillette!

    Eureka! Bundinha de neném

    A Gillette só ganhou o mercado oito anos depois de sua invenção, mas, quando chegou às lojas, não demorou muito para que King ficasse milionário. A patente da Gillette data de 15 de novembro de 1904. Então, mesmo um pouquinho atrasado, ainda está em tempo de comemorar os 105 anos dessa brilhante invenção!

    A coluna de hoje utilizou informações do site Neatorama, por indicação do Sá! Se você também quer indicar um assunto, deixe sua sugestão nos comentários!

    Semana que vem eu volto! Até lá, larga mão de ser jacu e continua lendo os posts do Blog Idéias! e me segue no Twitter (@nataliasgv)!

    Beijo!

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    Eureka! Invenções duvidosas

    Eureka! Invenções duvidosas

    Ser inventor deve ser muito legal. Quem nunca quis ser o primeiro a criar um objeto ou um mecanismo que fosse útil pra toda a humanidade? Todas as invenções que já apareceram por aqui devem ter dado muito orgulho pros seus criadores. Porém, hoje chegou a vez daquelas invenções que, ao invés de despertarem admiração e orgulho, suscitam mesmo é uma bela de uma vergonha alheia. Hoje a coluna Eureka! mostra alguns inventos nem tão geniais assim.

    Eureka! Invenções duvidosas

    Pra começar, apresento-lhes o "despertador para dorminhocos". Patenteado em 19 de julho de 1892, ele funciona assim:

    Eureka! Invenções duvidosas

    Pelo que eu entendi, se você não acordar logo e desligar a porcaria do despertador, ele te derruba da cama. Por que ele merece estar na coluna de hoje? Simples. Quem tem dificuldade pra acordar (eu!) precisa de métodos drásticos pra conseguir levantar da cama. Mas calma aí, né. Preciso de métodos drásticos, não de um traumatismo craniano! (Se você tem outra explicação pro desenho aí em cima, deixa nos comentários!)

    Continuando... O que você faz depois de acordar? Provavelmente vai ao banheiro, certo? Então, que tal utilizar essa excelentíssima invenção batizada de "acionador automático de vaso sanitário"?

    Eureka! Invenções duvidosas

    Se você não entendeu nada, eu explico: colocaram um detector dentro do vaso; assim que as fezes caem sobre esse detector, a saída de água é automaticamente acionada. Essa brilhante invenção foi patenteada em 6 de maio de 1924. Pronto! Desde então você já pode "fazer o serviço" sem se preocupar em apertar a descarga depois. E você aí desperdiçando energia com descarga, hein?

    Bom, agora é sério. A próxima invenção é realmente útil e nem merecia estar na coluna de hoje. Conheçam a "campainha para pessoas enterradas vivas".

    Eureka! Invenções duvidosas

    Patenteado em 22 de dezembro de 1891, o mecanismo é colocado dentro do caixão e pode ser acionado caso o defunto acorde lá dentro. Brilhante! Se você for enterrado vivo e, de repente, acordar e acionar essa geringonça, você está salv... Ferrado! Vai, no mínimo, matar o coveiro de susto e morrer sufocado esperando que alguém tenha coragem de abrir sua cova e conferir se você está mesmo vivo!

    Se você sabe de mais alguma invenção tosca, compartilhe com a gente nos comentários! Semana que vem eu volto com mais invenções – úteis ou não! Enquanto isso, precisa repetir? Tá bom, vai: continue visitando o Blog Idéias e me siga no Twitter (@nataliasgv)!

    Beijo! =)

    P.s.: as informações da coluna de hoje vieram do site Humor na Ciência.

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    Eureka! Nos braços de Morpheu

    Eureka! Ideias comentadas! calculator

    Se tem uma coisa boa nessa vida é dormir. Com esse tempinho chuvoso, um feriado na segunda e muita, muita preguiça acumulada, o melhor é deitar entre almofadas e travesseiros, ligar a TV e descansar para renovar as energias. Infelizmente, no meu feriado não teve nada disso. Passei longe do conforto da minha cama, da maciez das minhas almofadas e do aconchego do meu travesseiro. Por isso, o tema da coluna Eureka! de hoje é a invenção do nosso abençoado colchão.

    Eureka! Somando praticidade

    Nesses dias de descanso, dormi duas noites em um pedaço de madeira e voltei pra casa com dores que iam do dedão do pé até o último fio de cabelo.

    No começo dos tempos, o homem dormia no chão; experiência nada agradável, garanto. Depois, passou a forrar o lugar do seu sono com folhas, palhas e ramos para que ficasse mais confortável. Após mais algum tempo, ao costurar peles ou tecidos e encher com esses materiais, criou-se uma espécie de colchão primitivo.

    Especula-se que o primeiro colchão tenha sido inventado pelos romanos; inclusive o colchão d’água – que, para eles, significava deitar na água morna até o sono chegar. Mais tarde, em 1881, Daniel Haynes começou a fabricar colchões estofados com algodão e vender para os amigos e vizinhos. Em 1889, Haynes conseguiu a patente sobre sua máquina que comprimia o algodão para que pudesse ser usado nos colchões. Já o mecanismo de molas começou a ser usado em 1871 com a revolução industrial, mas só começou a ganhar mercado nos anos 1920.

    Claro que, de lá para cá, os colchões sofreram várias mudanças e, hoje, com a tecnologia, esse utensílio é muito mais do que apenas uma superfície para dormir. São várias densidades, tamanhos, espessuras, texturas... Tem para todo gosto e necessidade. É claro que ainda existem aqueles primitivos, como o que eu utilizei nesse feriado. Ele parecia ser composto por uma tora de madeira revestida com um tecido qualquer. Parece que o fabricante daquela coisa não ficou sabendo da existência da máquina de Haynes. E aí eu paguei o pato.

    Por isso, cá estou para registrar meu profundo agradecimento aos inventores dos colchões de algodão e mola; e para manifestar meu repúdio aos pedaços de madeira enrolados em pano. Não há nada melhor do que poder se mexer durante a noite sem machucar os ossos da bacia. Meus mais novos ídolos são os inventores dos estofamentos dos colchões. E tenho dito.

    Se você teve boas noites de sono nesse feriado, pode parar de preguiça: acessa aí os posts do Blog Idéias e me segue no Twitter (@nataliasgv)! Aproveita e deixa sua sugestão de tema para a próxima semana!

    Beijo e até mais ver!

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